Chris Flores se revolta ao ser criticada por entrevista com mãe de Larissa Manoela

Antes da segunda parte da entrevista com a mãe de Larissa Manoela ser exibida no SBT, a apresentadora Chris Flores fez uma declaração em que afirma não estar contra a atriz. Isso porque, neste final de semana, ela foi criticada por internautas. Alguns a acusam de não ser imparcial nas perguntas e colocações que fez.

Sobre a acusação, ela disse que a maneira como conduziu a entrevista faz parte de sua personalidade de acolhimento e que a emissora não faz campanha contra a atriz.

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“Outras pessoas fazem de outro jeito. O meu é esse. Eu lamento se não agrada as pessoas. Graças a Deus, como eu disse, a gente vive numa democracia. Eu permito que essas coisas aconteçam. Eu prefiro ter a liberdade de ler comentários que não são o meu favor do que viver no país que vive sobre um AI-5”, disse.

Chris ainda contou que entrevistas da atriz e dos pais são disputadas e ressaltou que a emissora tem orgulho da trajetória trilhada pela atriz, e ainda afirmou que sabe lidar com o cancelamento virtual.

“Todo mundo quer entrevistar a Larissa. Todo mundo quer entrevistar a mãe da Larissa, o pai da Larissa. Todo mundo quer saber o que está acontecendo. Então cada emissora, cada veículo de comunicação, vai trazer alguma coisa é natural que isso aconteça. O lombo é grosso”, completou.

Em seguida, a apresentadora disse que não tem nenhum veredito sobre o caso pois se baseia em documentos e áudios fornecidos pelas partes e agradeceu ao apoio que recebeu.

“Obrigada quem me respeitou e também a quem me desrespeitou. Nessas horas, também a gente vê com quem a gente pode contar. Muito obrigada pelas mensagens de carinho e pode continuar a falar porque a gente vai passar a matéria do mesmo jeito porque o profissionalismo que o jornalismo pedem.”

A primeira parte da participação de Silvana Taques foi ao ar na tarde de domingo (20). Nela, a ex-pedagoga afirma que nunca quis o dinheiro da artista e que Larissa sempre teve liberdade financeira.

“Ela sempre pôde comprar tudo o que ela quisesse, de qualquer valor, inclusive carro. Bolsa e sapatos eram bem mais caros que um milho na praia. A partir do momento em que ela fez 18 anos, ela sempre teve cartão de crédito black, entre outros cartões também.”

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